Receba os novos posts pelo seu e-mail

terça-feira, 6 de setembro de 2016

37. Brasil navega no oceano de incertezas


A comunidade acadêmica começa colocar a política econômica do Henrique Meirelles em cheque. Após 100 dias de nova política do governo Temer, o mercado já mostra apreensão sobre o mesmo tema. Para preservar a ataques desnecessárias retaliações do poder constituído sobre os professores graduados das renomadas instituições de ensino, deixo de citar os nomes nestas e noutras matérias.

Algumas das teses contestadas se refere ao ajuste fiscal, especificamente ao PEC do teto dos gastos públicos, proposto pela equipe econômica. O ajuste fiscal é mais do que um dever de casa, no entanto, numa economia em depressão ao contrário da economia em expansão, está a servir como "freio" para o desenvolvimento sustentável. O Meirelles, o ministro da Fazenda, opina que o ajuste fiscal é condição para atrair os investidores internacionais. Consideramos que o ajuste fiscal não é condição suficiente para atrair investimentos estrangeiros sadios, os Investimentos Estrangeiros Diretor (IED). 

A política de juros é contestado por nós, como distorção para "segurar" ou "controlar" a inflação. Somos de opinião de que o Banco Central tem mecanismos suficientes para controlar a inflação, sem depender, unicamente, da política de juros. Os juros da dívida pública muito acima da inflação, pelo contrário, é a causa da realimentação da inflação. O controle da inflação terá que passar necessariamente pelo controle da base monetária. Isto, qualquer estudante de economia sabe ou deveria saber.

Contar com expansão do mercado interno para crescimento do PIB, como foi a base no passado, num ambiente econômico totalmente diversa de hoje, é um equívoco imperdoável. Meirelles acha que deve. Com 12 milhões de desempregados e 60 milhões de inadimplentes, a tese de crescer baseado no mercado interno é totalmente equivocada, no ambiente econômico depressivo.  O País precisa do mercado externo, tal qual precisa de água, o sertanejo do semi-árido nordestino. Para alcançar o objetivo, o Banco Central precisa praticar política cambial adequado para colocar os produtos brasileiros em condições competitividade no mercado internacional.

Que os políticos que decidem sobre o rumo do País, não somente o ministro da Fazenda e presidente do Banco Central, atentem sobre o equívoco da política econômica e da política monetária. Falta clareza dos objetivos para que o Brasil não continue navegando no oceano de incertezas.

Ossami Sakamori

4 comentários:

  1. Bom dia Professor Saka, parabéns pela desenvoltura do seu texto abordando profundamente o cenário econômico brasileiro. Defendo a aceleração da economia neste momento de crise, e pra isso, economicamente falando,será de suma importância que as taxas de juros venham baixar, e consequentemente, as taxas de câmbio. Entendo com base em estudos que obtive em meu curso de Pós Graduação em Auditoria e Controladoria, que esta proposta citada certamente cria o mecanismo de aceleração da economia. Concordo com o senhor quando aponta como equívoco imperdoável a busca de um equilíbrio econômico diante de um cenário decadente em que se encontra a economia Brasileira. Equívoco sim, a idéia proposta pelo presidente do banco central. Vamos continuar acreditando em novos horizontes, em novas perspectivas de viver em um Brasil voltado para desenvolvido econômico e sustentável. Parece utopia, mas tudo é possível quando se crer, e quando se olha o mundo com bons olhos.

    Por : Rogério Marcelino

    ResponderExcluir
  2. E ISSO AI MEU POVO ESTE PROFESSOR FOI FUNDO NAMATERIA!!! PRECISAMOS DE UMA POLITICA EECONÓMICAADIVWRSA A Q MEMEMEMEIRELESBC ESTAO IMPLEMENTANDO NO POIS ESSTAOESTE MODELO E AANTIQUADOS REALIMRNTARA A INFLAÇAO!!!!

    ResponderExcluir
  3. E ISSO AI ESTE MODELO EECONÓMICOIMPOSTO PELO MEIRELES E O BCBCEANTIQUADO! REREREALIMENTARINFLAÇAO RXISTENTE!!!

    ResponderExcluir
  4. COM CERTEZA, ESTECMODELO E ANTIQUADO E REREREALIMENTARINFLAÇAO, CULMINANDO EM HHIPER INFLAÇAO!!!

    ResponderExcluir

Espaço reservado para expressão de livre pensamento, desde que obedecidas as boas regras de civilidade. Não permitimos o uso de palavras incompatíveis com o propósito deste blog.