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domingo, 26 de fevereiro de 2017

80. Na quarta-feira de cinzas, virá a ressaca!



Há um medo generalizado de discutir a política econômica e a política monetária de qualquer governo, em especial do governo de transição, o do Michel Temer. Não há economistas ou articulistas econômicas com coragem para contestar, sobretudo, a política monetária. Os empresários donos de grandes conglomerados empresariais não dão opinião, sobretudo contra, porque a maioria depende dos financiamentos favorecidos do BNDES. 

Assim, a política econômica e a política monetária são apresentados pela grande imprensa, formadora de opinião, de forma distorcida. Da forma como é noticiado, dá-se a impressão de que a política econômica se resume no "equilíbrio fiscal" e a política monetária se resume na política de "juros". Isto mostra a imaturidade dos órgãos de imprensa nos tratos sobre o destino do País. Isto mostra, também, que os articulistas renomados não querem "se queimar" criticando o governo, seja qual for o presidente em exercício.

O "medo" dos empresários e articulistas é o principal entrave para discussão sobre o "desenvolvimento sustentável" do País. A grande imprensa, em nada ajuda para quebrar o "paradigma" que vive o País, há décadas. No Brasil, o Estado é "onipotente" e "onipresente" para inibir qualquer tentativa de "mudança do rumo" da economia, apesar de viver a maior crise econômica dos últimos 100 anos. 

Na área econômica, o ministro da Fazenda Henrique Meirelles impôs a "nova" lei de responsabilidade fiscal consolidada com a aprovação do PEC 241, que contraria a Lei de Responsabilidade Fiscal de 2000. A diferença fundamental entre a Lei de Responsabilidade Fiscal de 2000 com a Emenda Constitucional é que o primeiro instrumento previa o "equilíbrio" entre receita e despesas (incluído juros da dívida) e a Emenda Constitucional "oficializa" o "rombo fiscal" ou o "déficit primário" tanto quanto necessário para cobrir o Orçamento Fiscal do ano com base no Orçamento Fiscal de 2016, com correção pela inflação. 

Se o Brasil continuar em estado de "depressão", a Emenda Constitucional de 2016 serve como "piso mínimo" para gastos públicos, incluindo nestes os investimentos em "infra-estrutura". No entanto, se o País vier a crescer nos próximos anos, a manutenção do "teto dos gastos" atrelados aos de 2016, impedirá o governo de fazer os gastos em "infra-estrutura" mesmo que a arrecadação venha apresentar "superávit primário" expressivo. O País vive "engessado" à Emenda Constitucional resultado do PEC 241.

Quanto à política monetária que, "aparentemente", visa controlar a inflação apenas com um dos instrumentos, a da "política de juros", é uma visão que não leva ao crescimento sustentável do País. A própria "política cambial" parece estar atrelado ao combate à inflação e à atração de investimento especulativo para financiamento da dívida pública da União pelo "capital especulativo estrangeiro", hoje ao redor de 14% do estoque da dívida pública federal. Grosso modo, os investidores especulativos respondem com cerca de R$ 450 bilhões para financiar a dívida do Tesouro Nacional. 

O controle da inflação via "política cambial", com dólar barato (real valorizado), é uma distorção que vai contra o desenvolvimento sustentável do País. Com o dólar barato (real valorizado), o Brasil importa mais do que exporta.  Com o dólar barato (real valorizado) o Brasil cria empregos nos países estrangeiros, origem dos produtos importados. O dólar barato (real valorizado) apenas cria "sensação do poder de compra". Brasil sempre anda na contra mão do mundo. Enquanto os países desenvolvidos "importa" turistas (auferem receitas em dólares), o Brasil "exporta" turistas (gasta divisas). É um movimento típico de um país de "novos ricos" ou de "emergentes". Este filme já vi várias vezes na minha vida e sei onde vai dar. 

O combate à inflação não pode depender apenas da "política de juros", como quer o governo e como está em discussão pela grande imprensa e pelos articulistas e economistas de renome. A principal causa da inflação é o "déficit primário" interminável, agora oficializado pela Emenda Constitucional do teto dos gastos. Qualquer economista sabe que a inflação depende da "base monetária". O governo faz exatamente ao contrário, emite moeda alargando a "base monetária". É um "círculo vicioso" que o governo se meteu que não será fácil sair dele sem mudança na "matriz econômica" defendida pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles e pelo presidente do Banco Central Ilan Goldfajn. Não é por acaso que ambos, até a véspera das posses, faziam parte do sistema bancário. É o mesmo que o lobo cuidando do galinheiro, no palavreado popular.

Dando prosseguimento à atual política econômica e política monetária, o Brasil não encontrará o "desenvolvimento sustentável" que tanto almeja. A atual política econômica e monetária atende tão somente aos investidores especulativos nacionais e internacionais. É tudo carnaval! 

Na quarta-feira da cinzas, virá a grande ressaca!

Ossami Sakamori








sábado, 18 de fevereiro de 2017

79. Brasil vai vender terra para estrangeiros!



Com o objetivo de atrair capital chinês, o governo Temer quer alterar a lei para vender terras para estrangeiros (chineses). Segundo a grande imprensa, o governo Temer quer aprovar a lei que permite ao investidor estrangeiro comprar até 100 mil hectares de terra para produção, podendo ainda arrendar outros 100 mil hectares. O tamanho da terra, os 100 mil hectares, seria maior que muitos municípios brasileiros. Para visualizar o tamanho da terra, imagine dimensão de terra de 25 km x 40 km. Isto para cada empresa estrangeira! Isto é o resultado do tão festejado  sopinha de letras: BRICS! 

O relator do projeto é o deputado Newton Cardoso Júnior, PMDB/MG. Ainda segundo grande imprensa, o relator do projeto acredita que o fim da proibição das compras de terra pelo estrangeiros podem destravar investimentos da ordem de R$ 50 bilhões. É tudo que o governo Temer quer com o objetivo único de atrair capital estrangeiro. Temer age como "cafetão" sedento de dinheiro da intermediação. Quem está com o sorriso de orelha a orelha é o presidente chinês Xi Jinping (foto acima). 

Ao mesmo tempo que o governo Temer vai permitir a compra de terras por estrangeiros, será encaminhado nos próximos dias, também, permissão do controle total de capital das companhias aéreas pelos estrangeiros. Seria como oficializar a situação de fato, porque as maiores empresas aéreas que operam no Brasil já são de estrangeiros, com dupla nacionalidade. Do ar a terra, perdemos o controle do capital nacional para estrangeiros. O Brasil vai entrar com a mão de obra, como nos tempos da colônia. 

O certo é que o Brasil nunca pertenceu ao povo brasileiro. Brasil foi e será eldorado para estrangeiros. As maiores empresas industriais do País são predominantemente estrangeiros. Mesmo as companhia "genuinamente" brasileira como a Petrobras, tem seus fornecedores predominantemente estrangeiros. Brasil não possui tecnologia de ponta. Brasil só tem dimensões de terras continentais, que agora será explorada pelos chineses. 

Infelizmente, temos piores indicadores sócio-econômicos dentre 40 maiores economias do mundo. Entregando a chave do País para Xi Jinping, quem sabe o Brasil venha ocupar um lugar de destaque na economia global. Por enquanto, estamos na "rabeira" da "rabeira". E para nossa vergonha, ocupamos o topo da lista dos países mais "corrupto" do mundo!

Por via das dúvidas: Ni hao!

Ossami Sakamori


domingo, 12 de fevereiro de 2017

78. Economia. Enxugando o gelo.

Crédito de imagem: ositajai

Está no centro de discussão a conveniência ou não de combater a inflação com a alta taxa de juros básicos Selic. Há os que concordam com a política monetária do Banco Central presidida pelo Ilan Goldfajn, ex-economista chefe do grupo Itaú-Unibanco. Dentre os quais está o nome do presidente da BMFBovespa Armínio Fraga, antes provável ministro da Fazenda do candidato derrotado Aécio Neves, em 2014. A atual política de juros é endossado pelo formulador da política econômica do governo Temer Henrique Meirelles, ex-presidente do Bank of Boston e ex-consultor do Banco Original do grupo JBS.

Eu, engenheiro civil, com experiência no magistério na Universidade Federal do Paraná, com breve passagem na administração de uma Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, não sou merecedor da mesma atenção dos ícones dos pensamentos econômicos do País. No entanto, os meus prognósticos sobre a economia do Brasil estão com índices de acertos muito maior que os renomados "analistas econômicos", sem desmerecer nenhum deles. 

Sou crítico contumaz da atual política econômica do governo Temer conduzido pelo ex-banqueiro Henrique Meirelles. Muito mais crítico sou da atual política monetária do Banco Central do Brasil, conduzido pelo ex-diretor de um dos maiores conglomerados bancários do País, o Itaú-Unibanco. O atual presidente do BC foi também ex-diretor do FMI. À primeira vista, os formuladores da política econômica e monetária do País tem currículos invejáveis para as funções que exercem, senão pela forte vinculação com o sistema bancária nacional e internacional.  Podemos dizer em linguagem chula de que Michel Temer entregou o galinheiro para os lobos cuidarem dele. 

O governo e a equipe econômica comemora a queda da inflação como que fosse produto da política monetária, a da taxa de juros básicos Selic altos. Na minha análise, a queda da inflação não é produto da política econômica ou da política monetária. A trajetória de queda da inflação é resultado não da política de juros Selic alta, mas é resultado da brutal "recessão" ou "depressão" que o País atravessa. Basta lembrar que o País se encontra no meio da pior crise econômica dos últimos 100 anos! A queda do consumo é devido ao número de desempregados que já ultrapassa os 12,3 milhões, mais os desalentados (sub-empregados) que alcançando outros 12 milhões. A queda de inflação é o resultado da "depressão" mais do que do resultado da política monetária calcada em taxa de juros Selic altos. 

Quando falo de taxa básica de juros altos não me refiro à taxa nominal Selic, que atualmente é de 13% ao ano. O que chamo atenção é a taxa real de juros que o governo Temer paga para tentar manter liquidez no sistema. Descontado a inflação corrente de 6,5% ao ano, a taxa de juros reais no País é de 6,5% ao ano. Isto é estrastosferico! Isto significa que o País aumenta o estoque da sua dívida pública, cada vez que faz "rolagem", já que o País é incapaz de produzir "superávit primário". Sem aperceber, o País está se endividando cada vez mais, com a "política de juros" absurdamente fora dos parâmetros mundiais.  O Brasil paga a maior taxa de juros reais dentre 40 maiores economias do mundo! Brasil está indo para o buraco!

Há quem defenda a atual política econômica e monetária do País. Muitos aceitam como a "única" maneira de colocar o País no rumo do desenvolvimento sustentável. Ledo engano! A atual política econômica e monetária vai levar o Brasil a um nível de endividamento insustentável, a ponto de ter que, no futuro próximo, produzir apenas para pagar os juros aos agiotas nacionais e internacionais. Ou melhor, já estamos fazendo isto!   

O Brasil como nação só vai conquistar o desenvolvimento sustentável, quando o governo deixar de atender apenas aos interesses dos agiotas nacionais e internacionais. O dinheiro aplicado em títulos do governo não gera emprego. O que cria empregos é aplicação de uma política cambial e de juros que estimulem o setor produtivo. Até os setores produtivos são compelidos a aplicar em títulos do governo, que dá rentabilidade, 6,5% ao ano, para não correr risco de perda com a produção. A taxa básica de juros altos inibem os investimentos nos setores produtivos. Sem investimento nos setores produtivos, aumenta o desemprego. É um círculo vicioso que não tem fim. 

O aumento de desemprego, produto da política econômica e política monetária, equivocadas, aumenta a instabilidade social que vai custar muito caro à população brasileira. Vai chegar um momento em que a "repressão" não vai mais resolver a "explosão" de insatisfação da população. Vamos deixar claro que estamos próximos de "caos" devido à prática equivocada de política econômica e monetária do governo Temer.

Recomendo leitura das matérias anteriores para avaliar em que contexto estou a escrever esta matéria. A atual política econômica e monetária do governo Temer é a política do enxuga gelo!

Ossami Sakamori


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

77. Dólar baixo é equívoco da política monetária



O equívoco da política monetária do governo Temer está mais do que evidente. Os dois instrumentos principais da política monetária, a "cambial" e de "juros" estão sendo usado apenas para "conter a inflação" (sic), não importando a "depressão" que esta política tem causado na economia. E tem gente que aplaude e comemora o dólar baixo (real valorizado). Hoje, vamos falar da política cambial do governo Temer. 

O Banco Central vem praticando, o dólar baixo (real valorizado) para baixa a inflação e novamente causar a "sensação do poder de compra" para a classe média. Nos últimos dias, o dólar está sendo cotado abaixo de R$ 3,20 numa clássica intervenção do Banco Central, que se utiliza o do dólar futuro ou swap cambial reverso para conter a cotação. O brasileiro tem memória curta, não lembra da época de "oba oba" da classe média fazendo viagens para compras em Nova York. 

Se trouxermos o valor do dólar para hoje, considerando como ponto de partida a implantação do Plano Real em 1994, o dólar deveria estar cotado acima de R$ 4,50, considerando o "poder de compra" da moeda brasileira em relação à moeda americana. Vamos lembrar que no mês de setembro de 2015, o dólar já esteve cotado a R$ 4,14, que corrigido para hoje, estaria acima de R$ 4,80. 

O Banco Central dispõe de instrumentos para intervenções no mercado de câmbio. O Banco Central tem atuado explicitamente no mercado de câmbio, ao contrário do que afirmara o seu presidente Ilan Goldfajn na sabatina da aprovação do seu nome no Senado, de que o dólar flutuaria livremente, faz fortes intervenções no mercado de moeda estrangeira. Só que, as intervenções vem sendo feito no sentido de "engessar" o dólar em nível considerado baixo, com intenção clara de valorização do real. 

Já vimos este filme várias vezes. O dólar baixo, desestimula as exportações e estimula as importações.  A balança comercial brasileira tem apresentado "saldo positivo", não pelo aumento do volume de exportações mas pela diminuição da importações.  Novamente, a "recessão" ou a falta de consumo no mercado interno tem favorecido a balança comercial brasileira. Infelizmente, as indústrias estão sucateando por falta de competitividade dos seus produtos no mercado internacional. Este movimento de sucateamento da indústria brasileira é a marca dos últimos governos, incluindo o atual. A indústria que representava 26% do PIB no fim do período FHC, hoje não representa mais do que 12% do PIB. Isto tem custo muito alto para a população como todo. 

O dólar baixo (real valorizado) praticado pelo Banco Central, orientado que está pelo governo Temer, embora ajude no combate à inflação, ao mesmo tempo sucateia a indústria nacional. O dólar baixo (real valorizado) desestimula a indústria nacional à competição no mercado internacional, tornando-a cada vez mais obsoleta. O dólar baixo (real valorizado) desestimula o agronegócio e o setor de mineração, produtos essenciais na pauta de exportação.  O Brasil caminha no sentido inverso das maiores economias emergentes com a China e países do Sudeste Asiáticos. China cresce à razão de 6,5% ao ano enquanto o Brasil retrocede 3% ao ano. Os chineses estão errados e os brasileiros certos?

O dólar baixo (real valorizado) defendido pelos analistas econômicos e financeiros e pelo próprio governo Temer é um "tiro no pé". O dólar baixo (real valorizado) é uma das causas principais do número de desempregados ter chegado em 12,3 milhões no final de 2016. O dólar baixo (real valorizado) defendido pelo mercado financeiro e pelo governo Temer significa na realidade o "engessamento" da moeda americana, com finalidade de "segurar a inflação". Todo "engessamento" tem hora para desfazê-lo. Quanto mais tempo "engessado", o estrago na economia será maior quando "soltar". 

Sai de baixo quando deixar o dólar flutuar nos patamares reais de R$ 4,50. Não adianta nada o atual esforço de combate à inflação. A inflação voltará com toda força! 

Este filme já vimos várias vezes!

Ossami Sakamori



76. Economia. A hora não é de comemorações!





O governo Temer "comemora" o resultado das contas do Orçamento Fiscal de 2016. Segundo informações divulgado pelo governo, as contas do setor público consolidado acumularam "déficit primário" de R$ 155,7 bilhões, equivalente a 2,47% do PIB. Este é o pior resultado da série histórica, inciada em 2001. Só para lembrar, em 2000 foi criada a Lei de Responsabilidade Fiscal pelo governo FHC.

Em 2014 houve "déficit primário" de R$ 32,5 bilhões e no ano de 2015 o "déficit primário" foi de R$ 111,2 bilhões. Os sucessivos "déficits primários" foram motivos para "exacerbação da inflação" no período, que em 2015 fechou com 10,67%. Explico. O "déficit primário", o "dinheiro que falta para cobrir os gastos do governo", obriga o Tesouro a emitir títulos da dívida pública, em consequência alarga a "base monetária". Foi o que tem acontecido desde 2014, ano da eleição presidencial.

O resultado comemorado, o "déficit primário" menor do que o "rombo" previsto pelo governo em R$ 170,5 bilhões, foi devido a "entrada extra" da repatriação de dinheiro sujo autorizado pelo governo através de Lei especial. A repatriação rendeu valor bruto de R$ 46,8 bilhões, o que aliviou o "rombo" da conta.  Sem o dinheiro da repatriação o "rombo" seria de R$ 202,5 bilhões.

Vamos lembrar que o governo Temer aprovou o PEC 241 nos pagar das luzes do ano passado, para flexibilizar o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal de 2000. Desde então, o governo está "autorizado" pela PEC 241 de cobrir o "rombo" do Orçamento Fiscal até o limite do gasto de 2016, corrigido pela inflação. O governo Temer "oficializou" o "rombo fiscal" ou o "déficit primário". Não entendo até hoje, a comemoração que houve com a aprovação do PEC 241. 

O fato de emitir títulos do governo para "complementar" a cobertura dos gastos do governo não é "bicho de sete cabeças", no entanto, exige do governo o rigoroso controle da base monetária para a "inflação" não explodir. No entanto, a consequência do contínuo "déficit primário" aumenta o endividamento público, que uma hora, a conta vai cair nas costas do contribuinte. Vamos lembrar, também, que no "déficit primário" não engloba o pagamento de juros da dívida pública. O buraco é mais para baixo. 

O governo se meteu no "beco" sem saída traumática. Os gastos públicos foram congelados nos níveis de 2016, corrigido pela inflação, não permitindo ao governo gastos em investimentos públicos além dos níveis de 2016. O governo fez "opção" pela "retração" em investimentos. Para o governo, os investimentos em infraestrutura, por exemplo, terão que vir da inciativa privada através de Programa de Parceria para Investimentos. Governo Temer "abriu mão" de ser o "indutor" do crescimento econômico sustentável do País. 

Com muita tristeza que assisto, passivamente, a "depressão" do País, resultado do equívoco da política econômica e política monetária do governo traduzido pela "ponte para o futuro". A ponte idealizada está a nos levar para a maior depressão da história do Brasil dos últimos 100 anos! O governo Temer só vai acordar quando a "panela de pressão social" explodir e ir para as ruas. 

A hora não é de comemorações!

Ossami Sakamori