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sábado, 27 de maio de 2017

96. Para que lado vai a economia brasileira, pós Temer.



Para onde vai a nossa economia? É mais o que se ouve dentre população instruída.  A preocupação começou com a divulgação do "grampo" da conversa entre o empresário estelionatário Joesley Batista e o presidente da República Michel Temer. O conteúdo da conversa, não contestado pelo Temer, deixou a população estarrecida. E a crise política, a mais grave dos últimos 30 anos, se instalou no País. 

Antes de discorrer sobre o assunto, quero deixar claro que o que escrevo aqui não é fruto de "adivinhação", pois de cartomante não tenho nada.  Tenho formação "cartesiana", próprio de engenheiro. Muitas matérias postadas neste blog, anteciparam em alguns dias, alguns meses ou até em alguns anos os fatos que viriam acontecer.  As minhas previsões tem acerto muito acima de 70%, o que vocês podem comprovar acessando às matérias postadas via janela "Pesquisar" no canto direito acima desta página. É apenas fruto de observação e de vivência. 

Escrevi com antecedência de três meses sobre a falência da OGX; escrevi com um ano de antecedência sobre a recuperação judicial da Oi Telecomunicações; escrevi sobre financiamento de obras de infra-estruturas no exterior com o dinheiro do  BNDES; escrevi sobre as maracutaias do André Esteves na compra do Banco Panamericano; escrevi sobre várias operações que estão vindo a tona pela Operação Lava Jato. Muitas operações estranhas envolvendo a Petrobras foram objetos deste blog, ainda não viraram operações da Polícia Federal, mas certamente virarão noticiários policiais nos próximos meses.

As matérias sobre as maracutaias da JBS/Friboi, foi insistentemente abordadas neste blog. Finalmente, após 3 anos de atraso, aconteceram as operações da Polícia Federal envolvendo o grupo empresarial que utilizou-se do dinheiro público administrado pelo BNDES, para "comprar" mais de um mil políticos de todas regiões e de todas matizes ideológicos.  Fiz observação insistente de que o atual ministro da Fazenda Henrique Meirelles foi principal executivo do grupo econômico JBS até a véspera de assumir o cargo máximo da condução da economia. 

Fiz o preâmbulo para responder sobre o tema desta matéria: "Para onde vai a economia?". 

Vamos direto às respostas: 1: É inexorável a queda do presidente Temer, seja pela renúncia ou pela cassação de mandato, que deverá ocorrer em menos de 30 dias. 2: Haverá eleição indireta para a sucessão do Temer. 3: O presidente tampão não manterá Henrique Meirelles à frente da equipe econômica. 4: As reformas estruturantes em andamento serão levados a efeito. 5: A pessoa que vai comandar a equipe econômica, qualquer que seja, terá apoio do empresariado brasileiro e do mercado financeiro internacional e competência comprovada. 

Pronto! Está respondida a pergunta da chamada da matéria: "Para onde vai a economia brasileira?".

Ossami Sakamori
@SakaSakamori2


sexta-feira, 26 de maio de 2017

95. Tasso Jereissati será o novo presidente da República.



A grande imprensa noticia a reunião dos tucanos na residência do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, na capita paulista, por cerca de três horas, para definir o rumo do PSDB diante da crise do "grampo" do presidente Michel Temer, ocorrido há uma semana. O presidente interino do PSDB, o senador cearense Tasso Jereissati, vinculou a decisão final para o dia 6 de junho próximo, dia em que iniciará o julgamento da chapa Dilma/ Temer no TSE. Ainda segundo a grande imprensa, participaram da reunião o governador Geraldo Alckmin e o prefeito João Doria, ambos do PSDB. 

Eu sei que vai provocar muito "mi-mi-mi", sobretudo entre os meus leitores, mas não me intimido, pois sempre emiti minha opinião aos assuntos políticos e econômicos desde o início deste blog há mais de 5 anos. São mais de 2.300 matérias postado aqui desde então. Fui contra o governo do PT, mesmo quando Dilma tinha 77% de aprovação. Ontem mesmo, um dos meus endereços na rede social Twitter, creio em função da minha matéria anterior. 

Nem precisa ser cientista político para crer que o País caminha para renúncia ou cassação da chapa Dilma/Temer pelo TSE, deixando sem mandato o presidente Michel Temer. A saída do presidente Temer é "inexorável".    

Nem é preciso ser parlamentar para crer que haverá eleição indireta para presidente República, via Congresso Nacional para o mandato tampão, período que vai da eleição até 31 de dezembro de 2018.  A constatação segue a lógica cartesiana. Nada há de novidade, mas parece que o assunto virou "tabu". Ninguém quer especular o assunto para "não se queimar" ou não aparecer como "perdedor" na aposta. 

Eu não estou nem aí, com o julgamento da minha opinião pelo público, pois não sou militante político, mas apenas observador dele, sobretudo em função deste blog. Anunciarei assim, sem constrangimento, a minha aposta sobre o nome do futuro presidente da República.  Concluo, sem medo de errar, que o nome do presidente da República para o mandato tampão será o senador Tasso Jereissati, PSDB/CE.

Tasso Jereissati foi governador do estado do Ceará em dois períodos, de 1987 a 1991 e de 1995 a 2002. Tasso foi considerado bom governador na avaliação da população cearense. Tasso faz parte de uma família abastada que mudou a face do estado e tirando o  Ceará das mãos dos coronéis. Tasso não está sendo apontado em nenhuma das operações Lava Jato, até pela sua condição de pessoa "resolvida" financeira e econômica. 

Tasso como presidente interino do PSDB, articula o apoio a uma "futura" base de apoio, os partidos como o DEM e PSD. Com certeza, esvaziado da liderança com a renúncia ou afastamento do Michel Temer, o maior partido do Congresso Nacional, o PMDB, deverá alinhar-se ao lado da "nova coligação" de forças. 

Do pouco que conheço do senador Tasso Jereissati, sei que ele não vai fazer "nenhuma" aventura no exercício do cargo máximo da República.  Tasso vai dar continuidade às reformas estruturantes em discussão no Congresso Nacional e concluí-las o quanto mais rápido possível, com a "nova coligação" de forças.  Tasso saberá escolherá o nome de um novo ministro da Fazenda um nome capaz, no lugar do atual Henrique Meirelles. Este último, na sua biografia consta ter sido principal executivo do grupo J&F, envolvido na recente operação da Polícia Federal.  

Resumindo, em sendo o Tasso Jereissati, o novo presidente da República, continuará com as reformas estruturantes em tramitação no Congresso Nacional e nomeará equipe econômica igual ou melhor que a atual, com credibilidade entre empresários brasileiros e aceita pelo mercado financeiro internacional. 

Tasso Jereissati será o novo presidente da República.

Ossami Sakamori
(sem rede).

terça-feira, 23 de maio de 2017

94. O fim do governo Temer


A permanência do presidente Michel Temer ficou insustentável após a revelação das gravações feito pelo empresário estelionatário Joesley Batista, o "fanfarrão". Presidente Temer não encontrou justificativa convincente sobre o encontro com o Joesley Batista, realizado às altas horas da noite, no porão do Palácio Jaburu, residência oficial. 

A defesa do presidente Temer, inicialmente, quis invalidar a gravação, sem contestar o conteúdo nada republicano havido entre ambos, no mês de março.  Na tarde de ontem, os advogados de defesa do Michel Temer, recuaram ao pedido inicial de suspensão da investigação autorizada pelo ministro Edson Fachin, prevendo a negativa do pedido pelo pleno do STF.  Foi um recuo tático do Temer investigado.

Presidente Temer quer a todo custo demonstrar que ele tem o controle sobre a base aliada, convocando-a para atividades normais no Congresso Nacional nesta semana, à partir de hoje. Duvido que a base aliada obedeça cegamente ao pedido do Michel Temer. Os partidos de oposição já anunciaram "obstrução" à qualquer iniciativa de votação dos projetos do Palácio do Planalto. 

Os principais partidos aliados do presidente Temer, pelo menos em público, anunciam apoio ao Temer. Mas, nos bastidores, esperam que o TSE na reunião convocada para dia 6/6 venha cassar a chapa Dilma/ Temer, para não agravar ainda mais a crise de governabilidade. Os partidos aliados, no meu ver, apesar parecer atitude aparentemente "em cima do muro", estão conduzindo o processo de sucessão, com muita cautela. Todo e qualquer congressista estão de olho nas próprias reeleição em 2018. 

Na área econômica, o mercado internacional está demonstrando "exaustão" à crise que iniciou com a eleição da Dilma Rousseff para o segundo mandato. As agências de classificação de riscos, estão rebaixando as notas de crédito do Brasil e das principais empresas brasileiras, após a crise Temer. O mercado está na posição de "vendedor" do que de "comprador".  Nos primeiros dias da crise Temer, o mercado acionário brasileiro já perdeu o seu "valor do mercado" cerca de R$ 220 bilhões, correspondente aos valores negociados na BMF/Bovespa.

A crise política e financeira que se instalou no Brasil só vai mudar com a renúncia ou afastamento do presidente Temer e ter um nome capaz que conduza o país durante o período tampão, isto é, até 31 de dezembro de 2018.  Vamos deixar claro, também, que a possibilidade de volta do ex-presidente Lula, via eleição indireta, é nula. 

Ossami Sakamori

quinta-feira, 18 de maio de 2017

93. A verdade nua e crua sobre JBS/Friboi.


Estranha muito que a Operação contra o grupo empresarial JBS/Friboi tenha ocorrido somente neste ano. Ontem, a grande imprensa deu grande destaque e hoje a Polícia Federal está fazendo Operação para cumprir os mandatos decorrentes da delação premiada do seu principal executivo, o empresário estelionatário Joesley Batista. 

Este blog fez as primeiras denúncias sobre o grupo empresarial JBS/Friboi no início de 2014, isto é, há mais de 3 anos. Até ontem, parece que ninguém conhecia a maracutaia do grupo empresarial JBS/Friboi. Para quem quiser ver as minhas denúncias, segue os links das matérias postadas por mim.  Parece que as autoridades do executivo e judiciário fingiram todo este período de "não vi, não falei, não ouvi". Temos que apurar também, o motivo desta "blindagem" dos estelionatários Joesley e Wesley Batista. 


Ainda, no ano passado, postei matérias que ligam o grupo empresarial aos principais personagens da política e da economia brasileira, do país, de ontem e de hoje. 

18/08/2016: Meirelles é Friboi.

Apenas estranho que a Operação da Polícia Federal esteja ocorrendo com 3 anos de atraso. Talvez, se tivesse atuado antes, o prejuízo para os cofres públicos tivessem sido menores e os irmãos estelionatários não tenham tido oportunidade de "posarem" de "mocinhos" como eles estão sendo considerados.

Antes tarde do que nunca!

Ossami Sakamori



quarta-feira, 17 de maio de 2017

92. A economia chegou no fundo do poço?


Presidente Temer e ministro da Fazenda Henrique Meirelles, nas aparições nas TVs, tem afirmado que o Brasil começou a crescer.  Para o argumento utilizam-se da queda de inflação e recuperação de alguns setores da economia, como o da agrícola. A prévia do PIB do primeiro trimestre indica crescimento de 1,12%. O número de demissões no primeiro trimestre, praticamente, terminou em estabilidade. Para o País que vinha apresentando indicadores negativos por dois anos consecutivos, a notícia é até boa. 

No entanto, há uma distância enorme de considerar os primeiros números positivos como tendência para o resto do ano. Os números positivos vieram basicamente do desempenho do agronegócio que aumentou a produção da safra de verão em mais de 6% comparado ao do ano anterior. Outro segmento que ajudou a recuperar o crescimento foi a produção das montadoras no primeiro trimestre, em função da alta demanda de veículos pela Argentina.

O número de mês de abril, sobretudo a criação de novos empregos, em cerca de 60 mil vagas, está animando os analistas econômicos. Mas, particularmente, vejo com certa reserva. O resultado do mês de abril poderá repetir nos próximos meses, enquanto a CEF estiver liberando as contas inativa do FGTS para os trabalhadores. Tecnicamente, a liberação do FGTS produz cerca de 0,6% de incremento ao PIB do ano. No entanto, o efeito da liberação do FGTS pode mascarar o crescimento do PIB para o restante do ano. A última parcela da liberação do FGTS ocorrerá no mês de julho.  Não vi nenhum analista considerar o impacto da liberação do FGTS na economia, com exceção do ministro da Fazenda Henrique Meirelles.

Outro fator a considerar é a queda da taxa básica de juros Selic previstos para próximas reuniões, apesar de em números absolutos, o Brasil esteja pagando os juros reais a mais alta dentre 40 maiores economias do mundo. Psicologicamente, a taxa de juros Selic acima de 10% ao ano traz um "desconforto" para os empresários, inibindo-os de fazer investimentos diretos. Segundo Banco Central, a taxa Selic deve terminar o ano ao redor de 8% a 9% contra a inflação abaixo de 4%, o que poderia vir a animar os empresários. 

Há uma certa falta de didática dos jornalistas e analistas econômicas ao opinar sobre o "momento econômico", sobretudo por causa dos indicadores, muitas vezes conflitantes. O fato é que a "tendência" da economia só é confirmada quando há repetição de tendência positiva ou negativa em dois trimestres consecutivos. Tentar definir tendência da economia baseado apenas em dados de 1 trimestre é como tentar adivinhar o resultado de uma maratona nos primeiros 100 metros. Há que maratonista correr pelo menos 1.000 metros dentre 42 km para poder definir os favoritos. 

Para emitir opinião sobre o quadro da economia do País para o restante do ano, baseado apenas nos números do primeiro trimestre, tecnicamente, é inseguro. No máximo, podemos afirmar que a economia está "ensaiando" uma recuperação ou que a economia parece estar "chegando" no fundo do poço. O povo terá que agir com muita cautela nestas horas. 

Fazer qualquer projeção otimista para o ano de 2017, como quer fazer crer o presidente da República Michel Temer é um tanto quanto "temerário". Presidente Temer não tem "credibilidade" para afirmar qualquer coisa, sobretudo sobre matéria que não a domina. Em matéria de economia, Temer é apenas ventríloquo do ministro da Fazenda Henrique Meirelles. 

Nestas horas, a cautela é melhor remédio.

Ossami Sakamori


segunda-feira, 1 de maio de 2017

91.O futuro do Brasil depende da elite pensante.



O Brasil está como bicicleta que se quebrou e que o ciclista resolveu dar uma parada para consertá-la. Enquanto isto os concorrentes estão ultrapassando com total facilidade, sem dar nenhuma importância ciclista em problemas. Brasil está em estado de "depressão" há quase três anos. Brasil vive os piores momentos desde a depressão de 1929. Brasil é uma bicicleta quebrada!

De caso pensado, a equipe econômica comandada pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles e acompanhado pelo presidente do Banco Central Ilan Goldfajn resolveram dar uma "parada estratégica" na economia na tentativa de baixar a inflação e ao mesmo tempo implementar reformas estruturantes. A principal reforma que deveria ser a reforma tributária acompanhado de divisão encargos entre entes da federação, estão deixando para resolver depois. Podemos afirmar que o governo Temer está fazendo a reforma "meia sola", para continuar pedalando. 

A "parada estratégica" está custando muito caro para o País e para a sua população.  A "parada técnica" está custando, até o momento, cerca de 40 milhões de trabalhadores marginalizados do mercado de trabalho. São eles os desempregos, sub-empregados e beneficiários de "esmolas" dos recursos públicos. O governo anuncia o índice de desemprego correspondente a 13,7% da força do trabalho, no entanto, se considerar o número de desalentados e de beneficiários do Bolsa Família, o índice chega ao espantoso número. Cerca de 37% da força de trabalho do País estão fora do mercado de trabalho formal. Isto está pior do que a Espanha no passado recente. 

A desenfreada oferta de crédito, sobretudo os "créditos consignados", produziu nos últimos anos, cerca de 60 milhões de inadimplentes, o que corresponde a cerca de 40% da população adulta do País. O número significa que o efetivo mercado consumidor está combalido em função do número de inadimplentes. O número de inadimplentes somados ao número de trabalhadores sem emprego dificulta qualquer tentativa de retomada de crescimento baseado em "consumo" do mercado interno.  

A tão comemorada queda de inflação para abaixo do centro da meta (4,5%) apenas mostra o resultado da brutal queda de consumo pelos motivos já anunciadas nos parágrafos anteriores. A queda da inflação não se deve ao acerto da política econômica e monetária, mas sim ao "desacerto" das medidas tomadas pela equipe econômica comandada pelo Henrique Meirelles, o formulador da política econômica. O desacerto da política econômica e monetária é visível até para os leitos em macroeconomia.

Não haverá retomada de "crescimento sustentável", sem que haja a efetiva mudança no paradigma da política econômica e monetária. O maior erro entre tantos outros da política monetária é tentar conter a inflação apenas com a prática de taxa de juros reais. Os juros reais Selic do Brasil é a maior dentre as 40 maiores economias do mundo. Os juros reais altos inibem os novos investimentos produtivos. Só aos especuladores financeiros, nacionais e internacionais,  interessam a continuidade da atual política monetária.  

O governo Temer continua praticando a política do dólar baixo (real valorizado) como pilar da política econômica, coincidentemente, a mesma do governo Dilma. Imagino que o governo esteja tentando proporcionar a "sensação do poder de compra" da população. Enfim, o governo Temer quer enganar a população, igual a que governo Dilma fez. O governo Temer foge, covardemente, como fez a antecessora Dilma, de enfrentar a situação econômica do País, de frente. Temer usa as reformas estruturantes como pano de fundo para enganar a população. Política econômica do governo Temer vai levar o País a situação de dependência dos especuladores financeiros.   

As reformas trabalhistas e a reforma previdenciária, podem ser precondições para crescimento, mas por si só, não são instrumentos para imprimir o desenvolvimento sustentável ao País. O Brasil vai continuar patinando à espera de uma política econômica que privilegie o "setor produtivo" em detrimento ao "setor especulativo". Pelo contrário, a atual política econômica e monetária levará o País ao nível de endividamento que as gerações futuras terão que pagar com muito suor. 

Mais importante do que a política econômica e monetária equivocada do governo Temer, são movimento dos próprios agentes econômicos, articulistas econômicos e a grande imprensa que "não se apercebeu" do grave equívoco ou "faz de conta" para não desagradar o Palácio do Planalto. Espero que os principais personagens do empresariado brasileiro se apercebam desta "realidade perversa" e resolva influir positivamente para a "mudança do rumo da economia". 

Ou mudamos o Brasil ou o Brasil estará irremediavelmente derrotado perante o mundo, em todos indicadores sociais e econômicos. A decisão da mudança cabe à elite pensante brasileira, "pragmática". Nada de ficar filosofando. De nenhuma tendência ideológica, de esquerda à direita. 

Ossami Sakamori